Antes eu ficava aí implorando tuas palavras, tua voz, e todas aquelas babaquices, mas agora mudou. Eu quero que esqueça. Esquece a minha voz, não te fará a mínima falta. Esquece meus textos. Esquece meus depoimentos. Esquece as nossas músicas. Esquece as nossas "telepatias". Esquece a nossa amizade. Me esqueça.
Você merecia tantas palavras sujas, tantos tapas, tanta dor, porque aqui o coração tá todo sujo, a dor tá grande viu? Você conseguiu destruir aos poucos o que se formou com anos e anos. Parabéns! Quando eu quiser estragar a vida de alguém, te procuro, porque tu és muito bom nisso.
Mas o pior não é você, sou eu. Que consegui amar cada música, cada texto, cada palavra tua, e agora fico aí evitando teu nome, tua foto, só pra ver se dói menos. Mas hoje tá difícil. A dor tá apertando na garganta, mas o orgulho diz pra lágrima não sair. Então fica só a dor, os olhos ardentes, a mão tremendo, a boca seca, o coração espatifado. É ódio, dor, tristeza, mágoa, rancor, nossa, tanta coisa pra um dia só, pra uma pessoa só, pra um pequeno coração só. Não tens vergonha? Mete todas essas coisas ruins, num só ser humano, e depois sai dando gargalhadas.
Não vou aguentar, a lágrima vai ter que sair, que vá a merda o orgulho, tá doendo. Sabe quando te falta o ar? Quando o mundo está prestes a desabar? Quando o coração tá pra explodir? Então sabes como eu tou. Destruído? Isso, é uma ótima palavra para me descrever.
Não é a primeira vez, mas será a última. Não aguento mais. Essa sua infantilidade de me fazer desabar e depois reerguer com sei lá o que, agora que tu engula tudo e encontre outro pra fazer de bobo. Cansei.Não te escrevi aqueles textos de metros, nem xingamentos de bar, nem nada. Apenas te disse um obrigado e fui. Foi-se tudo.
Sabe, eu acreditava mesmo que era para ser pra sempre, com toda a fé que uma amizade possa ter. Quando fosse velho, ainda me lembraria da história bonita que tivemos, das risadas que demos, de tudo, e contaria que fora meu melhor amigo em toda a vida. Mas aí você vem com essas e outras cagadas, me fazendo sempre desacreditar um pouquinho, e um pouquinho daqui e outro dali, PUFT, acabou.
Não tenho mais forças, esperança, muito menos algum carisma por ti. Acabou as chances de desculpas, de palavras bonitas, de reconciliação, é o fim sim. Por mais que um lado meu grite pra ti voltar, que eu ainda quero sim nossa amizade, que tu é muito imporante pra mim e blablabla, faço força e simplesmente ignoro. Não mereces. Não mais. Dessa vez machucou feio, não foi só uma simples ferida, foi um corte. Arrancou-me um pedaço.
Pra quem dizia querer conhecer toda minha família, estar sempre presente, me ver mais que qualquer coisa no mundo, tu foi bem cruel, não achas? Pra quem dizia que eu era a pessoa mais importante, o melhor amigo, menino que o fez chorar, o que você amou, você machucou muito, não achas? Agora vejo o que aquele ano de diferença faz. Tua infantilidade me espanta.
Enfim, é o fim. Sem agradecimentos, não estou com cabeça pra te agradecer de nada, apenas vá. Saia o quanto antes. Não te suporto mais. Só não esqueça: tu me machucou muito, me fez chorar como pensei que jamais choraria por algum amigo, pensei mesmo que tu era de confiança. Desculpe por ter sido tão legal com você, merecia ter recebido muita merda. Muita arrogância minha. Muita frieza. Vai ser difícil, mas daqui a um ano ou dois, nem lembrarei do teu nome. Se Deus quiser.
Adeus.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Pontinha de ti
Era amor. Daqueles que se passava horas e horas lembrando teu sorriso e sorrindo também, imaginando o que estava fazendo, se estava pensando em mim, esperando ansiosamente uma mensagem sua, contando os segundos pra te ver online de novo. Era aquela coisa toda fofa e melosa mesmo, daqueles que a gente pensa que é pra sempre, sabe? Pois é, eu pensei também. Imaginava cada minuto contigo, cada sorriso teu, escutando tua voz no meu ouvido, lembrando teu cabelo, tua pele. Lembrando de você somente quando eu respirava. Só.
Tempo vai, problemas vem, confusões, merdas pra ser mais sincera. E o amor fica. Diminuindo aqui e ali, até que fica só uma pontinha no peito, sabe? Aquela pontinha que dói toda vez que te vejo online, que escuto teu nome, e principalmente, grita quando te vejo. Desgraçada. Eu odeio essa pontinha. Se pudesse arrancava sem dó nem piedade, te arrancava de vez. Você não tem metade, e muito menos pontinha minha no peito. Já deve estar lotado com muitas outras. E por que diabos a tua pontinha não sai de mim, hein? Dá um jeito aqui, por que um pedaçinho de ti ainda tá em mim, não sentiu falta não? Ou será que tem um pouquinho de mim aí também? Tem?
Amor não é. Era. Na época não pensava assim, era tudo tão perfeito que eu nem perdia tempo tentando entender meus sentimentos, eu te queria, você também, e pronto. Pra que perder tempo pensando no futuro, não é? Idiota! Se tivesse pensado, nem que seja por um minuto, veria que iria dar merda. Mas o amor é jogador, e dos bons, sabe manipular a gente direitinho. Odeio ser assim tão frágil com jogos. Porém o amor se fora, graças a Deus diga-se de passagem, mas a pontinha continua aqui. Agora que tenho tempo de sobra pra pensar nela, eu não penso. Não posso. Se penso me vêm você em mente, ah, e se deixo levar, já tô aí suspirando por ti de novo. Mas não, não é amor não, viu? Não pode ser amor..
É vontade. Isso. É vontade de escrever por alguém, sentir alguma coisa, vontade de voltar a amar entende? Vontade de sentir uma pele cheirosa, tipo a tua. De ouvir uma voz rouca, igual a tua. De rir por alguma piada boba, tipo as tuas. É vontade de achar alguém assim, tipo tu. Que merda. É vontade de você mesmo.
Amor? De novo? Depois de tantos meses? Só eu mesmo pra guardar essas pontinhas viu. Na próxima paixão que vir, não vou deixar nem migalha. Chega de me doer. Mas se quiser ver como que tá tua pontinha aqui, me liga, meu celular é o mesmo.
Tempo vai, problemas vem, confusões, merdas pra ser mais sincera. E o amor fica. Diminuindo aqui e ali, até que fica só uma pontinha no peito, sabe? Aquela pontinha que dói toda vez que te vejo online, que escuto teu nome, e principalmente, grita quando te vejo. Desgraçada. Eu odeio essa pontinha. Se pudesse arrancava sem dó nem piedade, te arrancava de vez. Você não tem metade, e muito menos pontinha minha no peito. Já deve estar lotado com muitas outras. E por que diabos a tua pontinha não sai de mim, hein? Dá um jeito aqui, por que um pedaçinho de ti ainda tá em mim, não sentiu falta não? Ou será que tem um pouquinho de mim aí também? Tem?
Amor não é. Era. Na época não pensava assim, era tudo tão perfeito que eu nem perdia tempo tentando entender meus sentimentos, eu te queria, você também, e pronto. Pra que perder tempo pensando no futuro, não é? Idiota! Se tivesse pensado, nem que seja por um minuto, veria que iria dar merda. Mas o amor é jogador, e dos bons, sabe manipular a gente direitinho. Odeio ser assim tão frágil com jogos. Porém o amor se fora, graças a Deus diga-se de passagem, mas a pontinha continua aqui. Agora que tenho tempo de sobra pra pensar nela, eu não penso. Não posso. Se penso me vêm você em mente, ah, e se deixo levar, já tô aí suspirando por ti de novo. Mas não, não é amor não, viu? Não pode ser amor..
É vontade. Isso. É vontade de escrever por alguém, sentir alguma coisa, vontade de voltar a amar entende? Vontade de sentir uma pele cheirosa, tipo a tua. De ouvir uma voz rouca, igual a tua. De rir por alguma piada boba, tipo as tuas. É vontade de achar alguém assim, tipo tu. Que merda. É vontade de você mesmo.
Amor? De novo? Depois de tantos meses? Só eu mesmo pra guardar essas pontinhas viu. Na próxima paixão que vir, não vou deixar nem migalha. Chega de me doer. Mas se quiser ver como que tá tua pontinha aqui, me liga, meu celular é o mesmo.
Medo de Amar
Depois de vários meses, eu digo com orgulho que consegui, te arranquei de mim. A gente vai vendo que era tudo uma bobeira, uma farsa, e vai dando um ódio. Num é assim? Gastei tanto de mim em quem de mim nada queria. Mas aprendi a olhar no espelho e me sentir feliz com aquilo que me mostrava. Aprendi amar a pessoa certa... Ou talvez ainda esteja em fase de aprendizagem.
Minha vida estava tranquila, o coração cicatrizado, a mil maravilhas, sabe? Mas eu te vi, te conheci, e não deu. O coração não conseguiu deixar passar essa amizade, ele tinha que interagir. E você tinha que colaborar. Tinha que me cantar essas tuas músicas fofas? Tinha que implicar comigo de minuto em minuto? Tinha que ralhar a cada resposta minha? Tinha que me fazer rir com tuas caretas a todo tempo? E eu tinha mesmo que me apaixonar? Merda.
Tento dizer ao coração que vai doer, que não é por aí que as coisas funcionam, e quem disse que adianta? Você vem com a sua voz melosa no meu ouvido, ou me dando aqueles apertões chatos só pra irritar, e eu já esqueço até meu nome. Como é que vou me concentrar em esquecer desse jeito? Te vendo todo dia, te ouvindo todo tempo, te amando a cada segundo. Resolvo me desligar com meus fones de ouvidos no último, impedindo de pensar, mas aí começa a tocar a tua música e eu já começo a sorrir que nem um bobo, chego até a rir lembrando da tua cara de boba. Pois é coração, é paixão.
Deixo que o coração me guie até certo ponto, até que volto pra realidade e vejo que é perigoso. Amar, de novo? Depois de tanta dor, de tanto choro? Será que vale a pena arriscar tudo isso por ti? Por esse teu sorriso bobo, seus olhos brilhosos, e tua boca encantadora, vale mesmo? Tenho medo. Ô amor, podia me tirar dessa né. Sai de mim, vai, some. Eu quero, mas vai doer, então não quero. Mas eu quero. Tá complicado. Tenho minhas dúvidas, sabe? Mas o que eu sei é o seguinte, e que isso fique bem claro pra ti: a cada "te odeio" ou "sua idiota" saiba que eu te quero, que de idiota tu não tem nada, e que o tal do ódio tá longe de vir, tá só o irmão dele aqui, o amor, conheces? Se ele tiver aí também vê se me dá mais coragem pra unir os dois. Nos unir.
Minha vida estava tranquila, o coração cicatrizado, a mil maravilhas, sabe? Mas eu te vi, te conheci, e não deu. O coração não conseguiu deixar passar essa amizade, ele tinha que interagir. E você tinha que colaborar. Tinha que me cantar essas tuas músicas fofas? Tinha que implicar comigo de minuto em minuto? Tinha que ralhar a cada resposta minha? Tinha que me fazer rir com tuas caretas a todo tempo? E eu tinha mesmo que me apaixonar? Merda.
Tento dizer ao coração que vai doer, que não é por aí que as coisas funcionam, e quem disse que adianta? Você vem com a sua voz melosa no meu ouvido, ou me dando aqueles apertões chatos só pra irritar, e eu já esqueço até meu nome. Como é que vou me concentrar em esquecer desse jeito? Te vendo todo dia, te ouvindo todo tempo, te amando a cada segundo. Resolvo me desligar com meus fones de ouvidos no último, impedindo de pensar, mas aí começa a tocar a tua música e eu já começo a sorrir que nem um bobo, chego até a rir lembrando da tua cara de boba. Pois é coração, é paixão.
Deixo que o coração me guie até certo ponto, até que volto pra realidade e vejo que é perigoso. Amar, de novo? Depois de tanta dor, de tanto choro? Será que vale a pena arriscar tudo isso por ti? Por esse teu sorriso bobo, seus olhos brilhosos, e tua boca encantadora, vale mesmo? Tenho medo. Ô amor, podia me tirar dessa né. Sai de mim, vai, some. Eu quero, mas vai doer, então não quero. Mas eu quero. Tá complicado. Tenho minhas dúvidas, sabe? Mas o que eu sei é o seguinte, e que isso fique bem claro pra ti: a cada "te odeio" ou "sua idiota" saiba que eu te quero, que de idiota tu não tem nada, e que o tal do ódio tá longe de vir, tá só o irmão dele aqui, o amor, conheces? Se ele tiver aí também vê se me dá mais coragem pra unir os dois. Nos unir.
Malditos 30
Chegando a segunda semana dessa falta imensa dentro do peito, nunca pensei que até as palavras me deixariam na mão. Me enganei. A primeira semana passou ardente, mas passou, e veio chegando a segunda, cortando aqui e ali, não aguentei, nem que fosse pra sair 3 linhas eu precisava escrever. Precisava rever essa vazia página branca aqui no bloco de notas, que ao mesmo tempo era lotada de idéias e vontades de escrever textos e mais textos. Mas eu abria, colocava aquela música mais chorosa, e nada. Nadinha. Ou vinha. Mas vinha uma merda tão grande que era até vergonhoso de mostrar pra alguém, nem relia, de tão ruim que era.
A cada letra desse texto perco uma grama, e vou perdendo, perdendo, até que tudo vai ficando mais leve. Com mais cor. Não sei você, mas desde que tomei esse gosto de escrever não consigo mais viver sem. E tô falando sério mesmo, deve ser o vício, mas me doía, tu não sabes o quanto, ficar aqui relendo esses textos velhos e tolos. Queria coisa nova, sentimentos novos, páragrafos novinhos em folha. Ia passando os dias e a dor ia crescendo, o peito ia inchando de nada, de solidão. O coração ia lotando de palavras, lotando, lotando, até que a gente explode. A gente chora, ri, grita, sussurra, bate, apanha, cai, levanta, vive, mas com uma dorzinha. Sabe como é, faltava contar pro bloco tudo que aconteceu. Contar que eu vi ela semana passada, que caí hoje de manhã, colocar todo aquele sentimento de antes, o bloco deve ter sentido nesses últimos 30. Malditos.
O último fora numa madrugada, daquela super nostálgicas, que você coloca aquela música pra lembrar dela, deixa as memórias invadirem, e vai, vai, aí que percebe que tá chorando com os fones de ouvidos no último, cantando a música, com a foto dela minimizada e contando pro bloco aqui tudinho. Toda a dor. Ele te entende. Ô bloco, desculpa os palavrões, as lágrimas, mas só tu pra me entender. Tô dizendo, esses 30 dias foram de destruir a alma viu?
Hoje, só pra variar, eu tô sentindo falta dela. Mas também de você bloco. Por mais que me dilacere a ausência dela, a tua me cortou na alma. As palavras, ah, essas aí merecem um xingo bem dado. Onde já se viu sumir por tanto tempo? Isso não se faz. Não comigo. Não agora. Nunca, tá me entendendo? Tô me sentindo em um diário rs, escrevendo aquelas bobeirinhas de criança, do toque de mão da pessoa amada, da briga com o melhor amigo, da quebra do brinquedo favorito... Isso também me falta. Minha infância, sabe bloco? Era boa, ô, como era. Pudera eu dar um tapa nessas crianças de hoje que acham que a vida é computador. Mas tudo bem, deixo essa pra próxima bloco, hoje tô querendo dizer de nós e dos 30.
Nesses últimos 30 dias que fiquei sem ti, percebi uma coisa: sou uma merda sem escrever. Preciso. É algo mais forte, entende? É aquela vontade louca de acordar com texto pronto, postar, e ver que mais alguém te entendeu e sentiu o mesmo. De escutar aquela música e pensar em uma frase, daí vindo outra, e mais outra.. Aquela vontade de explodir aqui. Vícios são todos horríveis, mas esse meu vício de ti, eu amo viu. Por mais que me mate com a ausência, me lota de amores a cada ponto final. Escrevo, e amo. Escrevo, e sinto. Escrevo, e vivo.
Tem varios melhores, eu sei. Tem aqueles que sabem demosntrar teu amor com textos de 5 linhas, ou aqueles que escrevem 15 parágrafos e te deixam sem palavras a cada linha. Sei bem que tem gente que recebe fama pelas palavras, mas não sei se tô aqui pra isso. É mais meu, entende? É mais minha fome, do que alegria dos outros que leem. Sei lá o que é, como descrever, mas sei de uma coisa: não há vício melhor que esse, e não houve dias piores que esses 30.
A cada letra desse texto perco uma grama, e vou perdendo, perdendo, até que tudo vai ficando mais leve. Com mais cor. Não sei você, mas desde que tomei esse gosto de escrever não consigo mais viver sem. E tô falando sério mesmo, deve ser o vício, mas me doía, tu não sabes o quanto, ficar aqui relendo esses textos velhos e tolos. Queria coisa nova, sentimentos novos, páragrafos novinhos em folha. Ia passando os dias e a dor ia crescendo, o peito ia inchando de nada, de solidão. O coração ia lotando de palavras, lotando, lotando, até que a gente explode. A gente chora, ri, grita, sussurra, bate, apanha, cai, levanta, vive, mas com uma dorzinha. Sabe como é, faltava contar pro bloco tudo que aconteceu. Contar que eu vi ela semana passada, que caí hoje de manhã, colocar todo aquele sentimento de antes, o bloco deve ter sentido nesses últimos 30. Malditos.
O último fora numa madrugada, daquela super nostálgicas, que você coloca aquela música pra lembrar dela, deixa as memórias invadirem, e vai, vai, aí que percebe que tá chorando com os fones de ouvidos no último, cantando a música, com a foto dela minimizada e contando pro bloco aqui tudinho. Toda a dor. Ele te entende. Ô bloco, desculpa os palavrões, as lágrimas, mas só tu pra me entender. Tô dizendo, esses 30 dias foram de destruir a alma viu?
Hoje, só pra variar, eu tô sentindo falta dela. Mas também de você bloco. Por mais que me dilacere a ausência dela, a tua me cortou na alma. As palavras, ah, essas aí merecem um xingo bem dado. Onde já se viu sumir por tanto tempo? Isso não se faz. Não comigo. Não agora. Nunca, tá me entendendo? Tô me sentindo em um diário rs, escrevendo aquelas bobeirinhas de criança, do toque de mão da pessoa amada, da briga com o melhor amigo, da quebra do brinquedo favorito... Isso também me falta. Minha infância, sabe bloco? Era boa, ô, como era. Pudera eu dar um tapa nessas crianças de hoje que acham que a vida é computador. Mas tudo bem, deixo essa pra próxima bloco, hoje tô querendo dizer de nós e dos 30.
Nesses últimos 30 dias que fiquei sem ti, percebi uma coisa: sou uma merda sem escrever. Preciso. É algo mais forte, entende? É aquela vontade louca de acordar com texto pronto, postar, e ver que mais alguém te entendeu e sentiu o mesmo. De escutar aquela música e pensar em uma frase, daí vindo outra, e mais outra.. Aquela vontade de explodir aqui. Vícios são todos horríveis, mas esse meu vício de ti, eu amo viu. Por mais que me mate com a ausência, me lota de amores a cada ponto final. Escrevo, e amo. Escrevo, e sinto. Escrevo, e vivo.
Tem varios melhores, eu sei. Tem aqueles que sabem demosntrar teu amor com textos de 5 linhas, ou aqueles que escrevem 15 parágrafos e te deixam sem palavras a cada linha. Sei bem que tem gente que recebe fama pelas palavras, mas não sei se tô aqui pra isso. É mais meu, entende? É mais minha fome, do que alegria dos outros que leem. Sei lá o que é, como descrever, mas sei de uma coisa: não há vício melhor que esse, e não houve dias piores que esses 30.
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