segunda-feira, 24 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
.....
E com um baque a ficha caiu. Você mais uma vez diz "boa noite" e eu sinto como se fosse pra mim, como se tua voz sussurrasse agora no meu ouvido essas palavras, que seu beijo de despedida tocasse meus lábios, mas ao invés disso sinto a dor da verdade apoderar-se do meu peito. As seis letras estão presas aqui dentro, as coisas nunca deveriam ter chegado a esse ponto, a esse...fim. A-c-a-b-o-u. Respiro fundo, um suspiro longo, as lágrimas não podem cair. Ódio, é isso que sinto, quem mandou sempre acreditar em um coração otário que me dizia merdas apaixonadas enquanto ninguém mais amava, só eu. Eu, que agora arco com as consequências sozinho nessa madrugada, eu, idiota e tolo, que amei sozinho durante esses longos meses.
Sempre sonhei com reaproximações, com a tua vinda, com o nosso amor sendo declamado em palavras um para o outro.. Idiota! Você nunca veio, nunca virá, nunca dirá as palavras que eu sempre sonhara, você nunca me amou. Acreditei fielmente que aquelas palavras pra ele não passavam de falsidades suas, que o teu coração batia meu nome as escondidas. Idiota! Eu, ela, o amor, ambos uns idiotas. Eu, o pior de todos, quem mandou nunca realmente ler as linhas e insisitr nas entrelinhas, nem tudo são mistérios como você imagina, coração. Mas a gente mantém a tal da esperança até o fim, não é mesmo? Pois então que acabe de vez todo esse estoque aqui dentro, do lado de lá não tem pedaçinhos meus nenhum e muito menos saudades. Não há choros de madrugada, noites de insônia, textos apaixonados ou indiretas, lá tem um coração de pedra com um dono. Nem sei se há mesmo coração, tal atrocidade não seria capaz de ser feita com quem agente ama.
O pior foi a ilusão que eu inventei e ela continuou. Conforme inventava ela dava corda, insistia nas fantasias meio que em entrelinhas, sim, realmente existiu a parcela de culpa tua. Quem mandou me dizer todas aquelas palavras? Por que me fazer esperar? Tu não sabes, eu perdi tanto tempo te esperando, deixei de viver tanta coisa por ti, deixei de amar por nunca conseguir fazer com que alguém tomasse teu lugar aqui no peito. Burro! Sei que não pediras nada disso, mas quem disse que consigo comandar o chefe aqui dentro? É ele que sempre mandou em mim, o coração que hoje está destruído por descobrir que quebrara a cara mais uma vez, e fora trocado por algum qualquer. Não a culpo, ele deve te satisfazer bem aí do teu lado sempre, te entendo nesse ponto. Mentira, não entendo merda nenhuma, gostaria de colocar palavras doces, mas eu realmente não suporto a ideia de já ter outro cara correndo atrás de ti quando eu mal consigo respirar pela falta de você. Mas vá, fique com ele, ele te fará bem melhor que eu. Eu sei disso.
Me deixe por hoje, preciso renovar a alma. Daquele jeito antigo que todos conhecem, te direi adeus pela última vez em meus sonhos, com as minhas lágrimas e passando mais essa noite mal dormida. Tu não merecia nada disso, eu deveria esfregar em ti novos amores, dizer como sou feliz com a tua ausência e sorrir mais ainda por não te ter aqui. Mas quem disse que o coração deixa? Hoje ele precisa chorar, eu preciso, porque mesmo que com todos esses pedaços quebrados eu consigo sentir uma saudade incontrolável de você todas as horas. Lágrimas, obrigada por me fazerem companhia em mais uma noite, eu espero do fundo da minha alma que seja a última por esse motivo. Acabou.
Sempre sonhei com reaproximações, com a tua vinda, com o nosso amor sendo declamado em palavras um para o outro.. Idiota! Você nunca veio, nunca virá, nunca dirá as palavras que eu sempre sonhara, você nunca me amou. Acreditei fielmente que aquelas palavras pra ele não passavam de falsidades suas, que o teu coração batia meu nome as escondidas. Idiota! Eu, ela, o amor, ambos uns idiotas. Eu, o pior de todos, quem mandou nunca realmente ler as linhas e insisitr nas entrelinhas, nem tudo são mistérios como você imagina, coração. Mas a gente mantém a tal da esperança até o fim, não é mesmo? Pois então que acabe de vez todo esse estoque aqui dentro, do lado de lá não tem pedaçinhos meus nenhum e muito menos saudades. Não há choros de madrugada, noites de insônia, textos apaixonados ou indiretas, lá tem um coração de pedra com um dono. Nem sei se há mesmo coração, tal atrocidade não seria capaz de ser feita com quem agente ama.
O pior foi a ilusão que eu inventei e ela continuou. Conforme inventava ela dava corda, insistia nas fantasias meio que em entrelinhas, sim, realmente existiu a parcela de culpa tua. Quem mandou me dizer todas aquelas palavras? Por que me fazer esperar? Tu não sabes, eu perdi tanto tempo te esperando, deixei de viver tanta coisa por ti, deixei de amar por nunca conseguir fazer com que alguém tomasse teu lugar aqui no peito. Burro! Sei que não pediras nada disso, mas quem disse que consigo comandar o chefe aqui dentro? É ele que sempre mandou em mim, o coração que hoje está destruído por descobrir que quebrara a cara mais uma vez, e fora trocado por algum qualquer. Não a culpo, ele deve te satisfazer bem aí do teu lado sempre, te entendo nesse ponto. Mentira, não entendo merda nenhuma, gostaria de colocar palavras doces, mas eu realmente não suporto a ideia de já ter outro cara correndo atrás de ti quando eu mal consigo respirar pela falta de você. Mas vá, fique com ele, ele te fará bem melhor que eu. Eu sei disso.
Me deixe por hoje, preciso renovar a alma. Daquele jeito antigo que todos conhecem, te direi adeus pela última vez em meus sonhos, com as minhas lágrimas e passando mais essa noite mal dormida. Tu não merecia nada disso, eu deveria esfregar em ti novos amores, dizer como sou feliz com a tua ausência e sorrir mais ainda por não te ter aqui. Mas quem disse que o coração deixa? Hoje ele precisa chorar, eu preciso, porque mesmo que com todos esses pedaços quebrados eu consigo sentir uma saudade incontrolável de você todas as horas. Lágrimas, obrigada por me fazerem companhia em mais uma noite, eu espero do fundo da minha alma que seja a última por esse motivo. Acabou.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
...
Será que algum dia tudo isso vai passar ou vai ser sempre assim… Porque não dá mais para aguentar a dor, a solidão, e as angustías, eu estou ficando sem forças, os meus sorrisos estão cada vez mais falsos, eu não estou aguentando tanta pressão, e tanto sufocamento, é muita falta de liberdade pra mim, eu quero respirar á vontade, eu quero novo ar, eu quero paz, eu quero ser lire e leve como o vento, eu quero aprender o que é certo e o que é errado sozinho, não quero ninguém me enchendo, porque isso cansa caralho, eu não estou dando conta de tantas coisas assim… Eu queria que você estivesse aqui comig, porque sei que com você aqui do meu lado, tudo iria ser diferente, tudo iria ser mais fácil de lidar, seria menos pesado aguentar a barra e também iria dar para resolver os problemas numa boa, junto com você eu sei que iria ser diferente, mas fazer o que se a vida não deicha nossos caminhos se cruzarem.
sábado, 9 de abril de 2011
Só vejo policial andando por aí com a mão pra traz, assobiando e cantarolando, enquanto há uma senhora a poucas quadras sendo assaltada, uma criança pouco mais a frente sendo sequestrada e uma mulher sendo estuprada no terreno baldio mais ao lado. E aí surge a pergunta que não quer calar: Para que existe policia?
A cidade vive coberta por um cinza mórbido, que oprime qualquer tentativa de sorriso. Uma cor que mata pouco a pouco a bela selva de concreto onde vivemos. Obrigando-nos a nunca parar para apreciar a beleza, as paisagens, as obras, seguindo em frente sempre e trabalhando a todo momento, sem parar. A ditadura do cinza. Mas, no meio de tanta repressão há aqueles que são opressores a tal ditadura. Grafiteiros. Trazem cor e vida para cada canto cinza desta cidade. São os anjos das ruas que trazem luz e esperança para os cidadãos trabalhadores que enfrentam todos os dias o caos de uma cidade que não para. Do cinza a cor, do inferno ao céu, da escuridão a luz. Talvez até possa dizer, que somos os heróis daqueles que não podem pagar uma entrada de uma exposição, de um MASP, ou até por um quadro. Somos os decoradores daqueles que moram na rua. Talvez criadores de sorrisos.
Mas ainda há aqueles que acham que somos os animais depredadores de patrimônios, os porcos que sujam a cidade, os vândalos que não sabem o que é arte. Aquele palhaço desmaquiado sentado na cadeira da prefeitura, sujando sua boca com suas coxas de frango gordurosas e cuspindo os pedaços ao mandar seus subordinados matarem a cidade com o cinza, e os seus carrascos fardados de cinza prenderem quem não se deveria prender e, deixar solto quem não se deve deixar livre. E aqueles que se dizem grandes intelectuais, de pensamentos abrangidos, de grande compreensão humana, dizem nos meios de comunicação que a cidade é “vitima dessas nojeiras”. Vitima de traços, formas, desenhos que querem transformar o lugar onde vivemos em algo mais belo. Isso é ser vitima? Achava que a cidade era vitima de policiais, políticos e funcionários públicos corruptos caras de pau. Na verdade, é o Brasil inteiro. Envergonha-me em saber que há pessoas tão hipócritas assim. Falta de sapiência.
A cidade vive coberta por um cinza mórbido, que oprime qualquer tentativa de sorriso. Uma cor que mata pouco a pouco a bela selva de concreto onde vivemos. Obrigando-nos a nunca parar para apreciar a beleza, as paisagens, as obras, seguindo em frente sempre e trabalhando a todo momento, sem parar. A ditadura do cinza. Mas, no meio de tanta repressão há aqueles que são opressores a tal ditadura. Grafiteiros. Trazem cor e vida para cada canto cinza desta cidade. São os anjos das ruas que trazem luz e esperança para os cidadãos trabalhadores que enfrentam todos os dias o caos de uma cidade que não para. Do cinza a cor, do inferno ao céu, da escuridão a luz. Talvez até possa dizer, que somos os heróis daqueles que não podem pagar uma entrada de uma exposição, de um MASP, ou até por um quadro. Somos os decoradores daqueles que moram na rua. Talvez criadores de sorrisos.
Mas ainda há aqueles que acham que somos os animais depredadores de patrimônios, os porcos que sujam a cidade, os vândalos que não sabem o que é arte. Aquele palhaço desmaquiado sentado na cadeira da prefeitura, sujando sua boca com suas coxas de frango gordurosas e cuspindo os pedaços ao mandar seus subordinados matarem a cidade com o cinza, e os seus carrascos fardados de cinza prenderem quem não se deveria prender e, deixar solto quem não se deve deixar livre. E aqueles que se dizem grandes intelectuais, de pensamentos abrangidos, de grande compreensão humana, dizem nos meios de comunicação que a cidade é “vitima dessas nojeiras”. Vitima de traços, formas, desenhos que querem transformar o lugar onde vivemos em algo mais belo. Isso é ser vitima? Achava que a cidade era vitima de policiais, políticos e funcionários públicos corruptos caras de pau. Na verdade, é o Brasil inteiro. Envergonha-me em saber que há pessoas tão hipócritas assim. Falta de sapiência.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Seria um sonho? Realidade? Um sonho real.
Quero te olhar nos olhos e saber que eles brilham quando encontram os meus, que seus braços se encaixarão perfeitamente em mim, tornando-se meu refúgio diário. Sua boca se modelará com a minha, seu perfume ficará preso em minhas roupas, me fazendo sentir uma saudade saudável de ti no fim dos encontros. Teu cabelo será desajeitadamente ajeitado. Minha mão será sempre algo seu, porque ela você segurará a todo instante, ou minha cintura. Escolha a cintura, é mais romântico e me sentirei muito mais protegido com teus braços por perto.
Tu me ligará ao anoitecer, só pra me contar teu dia, mesmo eu estando contigo a metade dele. Te contarei da escola, dos trabalhos, da briga da semana passada com a minha irmã, e você iria rir e dizer que isso tudo é bobeira minha, que amanhã nos veríamos e pronto. Colocaria assim um sorriso no meu rosto e paz no coração. Era teu, o sorriso, os olhos brilhantes, o coração. Eu seria teu. Total, sem pestanejar, e tu seria minha. Após o boa noite da ligação, ficaria algum tempo com o celular na mão relendo tuas mensagens, sorrindo alegremente com as nossas babaquices. Pensando em quanto mais boba você era, eu concordava, seguia teu ritmo, éramos dois eternos bobos. Faria parte da paixão isso tudo? Enfim, bobos apaixonados.
Te amaria mais do que qualquer outra coisa, e saberia que eras recíproco. Ficaria feliz pela chuva estragar aquele passeio no parque, porque te teria deitado no meu sofá assistindo um filme meloso. Nem mesmo a falta de dinheiro pra aquele passeio me abateria, tu mesmo diria que não importava onde mais se estivéssemos juntos estava ótimo, e assim eu correria pra um abraço e te beijaria com fervor. Meu perfume seria teu aroma preferido, minha risada te faria rir, meus assuntos idiotas - ou a falta deles - seriam brechas para abraços e carinhos no pescoço, minhas lágrimas te cortariam o coração, e meu coração, ah, esse bateria ecoando teu nome pelos cantos.
E assim, antes da ligação ao fim da noite terminar, você sussuraria no telefone: eu te amo. Fazendo com que as borboletas voassem mais rápido no estômago, porque eu saberia, ah, eu teria a certeza, que essas palavras eram ditas do coração. Repetiri-as pra ti, e assim iria dormir com o sorriso de ponta de orelha na cara. Seria um sonho? Realidade? Um sonho real.
Tu me ligará ao anoitecer, só pra me contar teu dia, mesmo eu estando contigo a metade dele. Te contarei da escola, dos trabalhos, da briga da semana passada com a minha irmã, e você iria rir e dizer que isso tudo é bobeira minha, que amanhã nos veríamos e pronto. Colocaria assim um sorriso no meu rosto e paz no coração. Era teu, o sorriso, os olhos brilhantes, o coração. Eu seria teu. Total, sem pestanejar, e tu seria minha. Após o boa noite da ligação, ficaria algum tempo com o celular na mão relendo tuas mensagens, sorrindo alegremente com as nossas babaquices. Pensando em quanto mais boba você era, eu concordava, seguia teu ritmo, éramos dois eternos bobos. Faria parte da paixão isso tudo? Enfim, bobos apaixonados.
Te amaria mais do que qualquer outra coisa, e saberia que eras recíproco. Ficaria feliz pela chuva estragar aquele passeio no parque, porque te teria deitado no meu sofá assistindo um filme meloso. Nem mesmo a falta de dinheiro pra aquele passeio me abateria, tu mesmo diria que não importava onde mais se estivéssemos juntos estava ótimo, e assim eu correria pra um abraço e te beijaria com fervor. Meu perfume seria teu aroma preferido, minha risada te faria rir, meus assuntos idiotas - ou a falta deles - seriam brechas para abraços e carinhos no pescoço, minhas lágrimas te cortariam o coração, e meu coração, ah, esse bateria ecoando teu nome pelos cantos.
E assim, antes da ligação ao fim da noite terminar, você sussuraria no telefone: eu te amo. Fazendo com que as borboletas voassem mais rápido no estômago, porque eu saberia, ah, eu teria a certeza, que essas palavras eram ditas do coração. Repetiri-as pra ti, e assim iria dormir com o sorriso de ponta de orelha na cara. Seria um sonho? Realidade? Um sonho real.
Amor meu
Ontem fui dormir aos prantos, me perdi nas lágrimas, na dor, na falta de amor. Levantei com os olhos enxados, coração dolorido, uma bosta. No meio daquele banho de horas o filme do ocorrido me veio, a lágrima eu segurei pra não cair, não caiu. Uma ponta de felicidade, pequena ainda, me invadiu. Consegui sorrir. Nenhuma lágrima ameaçara vir mais, a dor agora tava fraquinha no canto do coração, escondida. Mas não porque quisesse escondê-la dos outros, estava amedrontado com esse amor que vinha entrando.
Os olhos já mostravam aquele preto acastanhado que eu tanto gostava, os cabelos por incrível que pareça estavam ótimos. A pele mostrava mais sedosa, macia, com um aroma delicioso do hidratante de pêra. Mas a aparência física nem se comparava com o sentimento de dentro. Aquela felicidade em saber que por mais que doera, sofrera, machucara, estava inteira. Sem cortes, sem marcas, só a felicidade e eu. Quer mais o quê?
Ouvi reclamações do perfume exagerado, da roupa ... Enfim, eu sorria e era isso que me fazia mais e mais sorridente. Não tirei a roupa, eu vivi o que eu quis. Eu sorria por dentro, quer felicidade maior que essa? Entendes quão gratificante é entender que tu és lbonito do jeito que aparenta, que é interessante do jeito que é? Eu entendia, por isso sorria. Fui numa festa, dancei, ri, cantei, vivi e sorri, sabe pra quem? Pra mim. Te digo que eu me amo, mesmo tendo esses defeitos a mais, Entretanto, eu quero que tu se ames. Agora mesmo, pega aquele espelhinho dentro da tua casa, aquele que você evita na maioria das vezes, e vê que lindo são teus olhos, que lindo teu sorriso é, em como tu é lliindo. Tá esperando o quê pra me mostrar o teu sorriso?
Os olhos já mostravam aquele preto acastanhado que eu tanto gostava, os cabelos por incrível que pareça estavam ótimos. A pele mostrava mais sedosa, macia, com um aroma delicioso do hidratante de pêra. Mas a aparência física nem se comparava com o sentimento de dentro. Aquela felicidade em saber que por mais que doera, sofrera, machucara, estava inteira. Sem cortes, sem marcas, só a felicidade e eu. Quer mais o quê?
Ouvi reclamações do perfume exagerado, da roupa ... Enfim, eu sorria e era isso que me fazia mais e mais sorridente. Não tirei a roupa, eu vivi o que eu quis. Eu sorria por dentro, quer felicidade maior que essa? Entendes quão gratificante é entender que tu és lbonito do jeito que aparenta, que é interessante do jeito que é? Eu entendia, por isso sorria. Fui numa festa, dancei, ri, cantei, vivi e sorri, sabe pra quem? Pra mim. Te digo que eu me amo, mesmo tendo esses defeitos a mais, Entretanto, eu quero que tu se ames. Agora mesmo, pega aquele espelhinho dentro da tua casa, aquele que você evita na maioria das vezes, e vê que lindo são teus olhos, que lindo teu sorriso é, em como tu é lliindo. Tá esperando o quê pra me mostrar o teu sorriso?
quinta-feira, 10 de março de 2011
O fim da nossa história
Antes eu ficava aí implorando tuas palavras, tua voz, e todas aquelas babaquices, mas agora mudou. Eu quero que esqueça. Esquece a minha voz, não te fará a mínima falta. Esquece meus textos. Esquece meus depoimentos. Esquece as nossas músicas. Esquece as nossas "telepatias". Esquece a nossa amizade. Me esqueça.
Você merecia tantas palavras sujas, tantos tapas, tanta dor, porque aqui o coração tá todo sujo, a dor tá grande viu? Você conseguiu destruir aos poucos o que se formou com anos e anos. Parabéns! Quando eu quiser estragar a vida de alguém, te procuro, porque tu és muito bom nisso.
Mas o pior não é você, sou eu. Que consegui amar cada música, cada texto, cada palavra tua, e agora fico aí evitando teu nome, tua foto, só pra ver se dói menos. Mas hoje tá difícil. A dor tá apertando na garganta, mas o orgulho diz pra lágrima não sair. Então fica só a dor, os olhos ardentes, a mão tremendo, a boca seca, o coração espatifado. É ódio, dor, tristeza, mágoa, rancor, nossa, tanta coisa pra um dia só, pra uma pessoa só, pra um pequeno coração só. Não tens vergonha? Mete todas essas coisas ruins, num só ser humano, e depois sai dando gargalhadas.
Não vou aguentar, a lágrima vai ter que sair, que vá a merda o orgulho, tá doendo. Sabe quando te falta o ar? Quando o mundo está prestes a desabar? Quando o coração tá pra explodir? Então sabes como eu tou. Destruído? Isso, é uma ótima palavra para me descrever.
Não é a primeira vez, mas será a última. Não aguento mais. Essa sua infantilidade de me fazer desabar e depois reerguer com sei lá o que, agora que tu engula tudo e encontre outro pra fazer de bobo. Cansei.Não te escrevi aqueles textos de metros, nem xingamentos de bar, nem nada. Apenas te disse um obrigado e fui. Foi-se tudo.
Sabe, eu acreditava mesmo que era para ser pra sempre, com toda a fé que uma amizade possa ter. Quando fosse velho, ainda me lembraria da história bonita que tivemos, das risadas que demos, de tudo, e contaria que fora meu melhor amigo em toda a vida. Mas aí você vem com essas e outras cagadas, me fazendo sempre desacreditar um pouquinho, e um pouquinho daqui e outro dali, PUFT, acabou.
Não tenho mais forças, esperança, muito menos algum carisma por ti. Acabou as chances de desculpas, de palavras bonitas, de reconciliação, é o fim sim. Por mais que um lado meu grite pra ti voltar, que eu ainda quero sim nossa amizade, que tu é muito imporante pra mim e blablabla, faço força e simplesmente ignoro. Não mereces. Não mais. Dessa vez machucou feio, não foi só uma simples ferida, foi um corte. Arrancou-me um pedaço.
Pra quem dizia querer conhecer toda minha família, estar sempre presente, me ver mais que qualquer coisa no mundo, tu foi bem cruel, não achas? Pra quem dizia que eu era a pessoa mais importante, o melhor amigo, menino que o fez chorar, o que você amou, você machucou muito, não achas? Agora vejo o que aquele ano de diferença faz. Tua infantilidade me espanta.
Enfim, é o fim. Sem agradecimentos, não estou com cabeça pra te agradecer de nada, apenas vá. Saia o quanto antes. Não te suporto mais. Só não esqueça: tu me machucou muito, me fez chorar como pensei que jamais choraria por algum amigo, pensei mesmo que tu era de confiança. Desculpe por ter sido tão legal com você, merecia ter recebido muita merda. Muita arrogância minha. Muita frieza. Vai ser difícil, mas daqui a um ano ou dois, nem lembrarei do teu nome. Se Deus quiser.
Adeus.
Você merecia tantas palavras sujas, tantos tapas, tanta dor, porque aqui o coração tá todo sujo, a dor tá grande viu? Você conseguiu destruir aos poucos o que se formou com anos e anos. Parabéns! Quando eu quiser estragar a vida de alguém, te procuro, porque tu és muito bom nisso.
Mas o pior não é você, sou eu. Que consegui amar cada música, cada texto, cada palavra tua, e agora fico aí evitando teu nome, tua foto, só pra ver se dói menos. Mas hoje tá difícil. A dor tá apertando na garganta, mas o orgulho diz pra lágrima não sair. Então fica só a dor, os olhos ardentes, a mão tremendo, a boca seca, o coração espatifado. É ódio, dor, tristeza, mágoa, rancor, nossa, tanta coisa pra um dia só, pra uma pessoa só, pra um pequeno coração só. Não tens vergonha? Mete todas essas coisas ruins, num só ser humano, e depois sai dando gargalhadas.
Não vou aguentar, a lágrima vai ter que sair, que vá a merda o orgulho, tá doendo. Sabe quando te falta o ar? Quando o mundo está prestes a desabar? Quando o coração tá pra explodir? Então sabes como eu tou. Destruído? Isso, é uma ótima palavra para me descrever.
Não é a primeira vez, mas será a última. Não aguento mais. Essa sua infantilidade de me fazer desabar e depois reerguer com sei lá o que, agora que tu engula tudo e encontre outro pra fazer de bobo. Cansei.Não te escrevi aqueles textos de metros, nem xingamentos de bar, nem nada. Apenas te disse um obrigado e fui. Foi-se tudo.
Sabe, eu acreditava mesmo que era para ser pra sempre, com toda a fé que uma amizade possa ter. Quando fosse velho, ainda me lembraria da história bonita que tivemos, das risadas que demos, de tudo, e contaria que fora meu melhor amigo em toda a vida. Mas aí você vem com essas e outras cagadas, me fazendo sempre desacreditar um pouquinho, e um pouquinho daqui e outro dali, PUFT, acabou.
Não tenho mais forças, esperança, muito menos algum carisma por ti. Acabou as chances de desculpas, de palavras bonitas, de reconciliação, é o fim sim. Por mais que um lado meu grite pra ti voltar, que eu ainda quero sim nossa amizade, que tu é muito imporante pra mim e blablabla, faço força e simplesmente ignoro. Não mereces. Não mais. Dessa vez machucou feio, não foi só uma simples ferida, foi um corte. Arrancou-me um pedaço.
Pra quem dizia querer conhecer toda minha família, estar sempre presente, me ver mais que qualquer coisa no mundo, tu foi bem cruel, não achas? Pra quem dizia que eu era a pessoa mais importante, o melhor amigo, menino que o fez chorar, o que você amou, você machucou muito, não achas? Agora vejo o que aquele ano de diferença faz. Tua infantilidade me espanta.
Enfim, é o fim. Sem agradecimentos, não estou com cabeça pra te agradecer de nada, apenas vá. Saia o quanto antes. Não te suporto mais. Só não esqueça: tu me machucou muito, me fez chorar como pensei que jamais choraria por algum amigo, pensei mesmo que tu era de confiança. Desculpe por ter sido tão legal com você, merecia ter recebido muita merda. Muita arrogância minha. Muita frieza. Vai ser difícil, mas daqui a um ano ou dois, nem lembrarei do teu nome. Se Deus quiser.
Adeus.
Pontinha de ti
Era amor. Daqueles que se passava horas e horas lembrando teu sorriso e sorrindo também, imaginando o que estava fazendo, se estava pensando em mim, esperando ansiosamente uma mensagem sua, contando os segundos pra te ver online de novo. Era aquela coisa toda fofa e melosa mesmo, daqueles que a gente pensa que é pra sempre, sabe? Pois é, eu pensei também. Imaginava cada minuto contigo, cada sorriso teu, escutando tua voz no meu ouvido, lembrando teu cabelo, tua pele. Lembrando de você somente quando eu respirava. Só.
Tempo vai, problemas vem, confusões, merdas pra ser mais sincera. E o amor fica. Diminuindo aqui e ali, até que fica só uma pontinha no peito, sabe? Aquela pontinha que dói toda vez que te vejo online, que escuto teu nome, e principalmente, grita quando te vejo. Desgraçada. Eu odeio essa pontinha. Se pudesse arrancava sem dó nem piedade, te arrancava de vez. Você não tem metade, e muito menos pontinha minha no peito. Já deve estar lotado com muitas outras. E por que diabos a tua pontinha não sai de mim, hein? Dá um jeito aqui, por que um pedaçinho de ti ainda tá em mim, não sentiu falta não? Ou será que tem um pouquinho de mim aí também? Tem?
Amor não é. Era. Na época não pensava assim, era tudo tão perfeito que eu nem perdia tempo tentando entender meus sentimentos, eu te queria, você também, e pronto. Pra que perder tempo pensando no futuro, não é? Idiota! Se tivesse pensado, nem que seja por um minuto, veria que iria dar merda. Mas o amor é jogador, e dos bons, sabe manipular a gente direitinho. Odeio ser assim tão frágil com jogos. Porém o amor se fora, graças a Deus diga-se de passagem, mas a pontinha continua aqui. Agora que tenho tempo de sobra pra pensar nela, eu não penso. Não posso. Se penso me vêm você em mente, ah, e se deixo levar, já tô aí suspirando por ti de novo. Mas não, não é amor não, viu? Não pode ser amor..
É vontade. Isso. É vontade de escrever por alguém, sentir alguma coisa, vontade de voltar a amar entende? Vontade de sentir uma pele cheirosa, tipo a tua. De ouvir uma voz rouca, igual a tua. De rir por alguma piada boba, tipo as tuas. É vontade de achar alguém assim, tipo tu. Que merda. É vontade de você mesmo.
Amor? De novo? Depois de tantos meses? Só eu mesmo pra guardar essas pontinhas viu. Na próxima paixão que vir, não vou deixar nem migalha. Chega de me doer. Mas se quiser ver como que tá tua pontinha aqui, me liga, meu celular é o mesmo.
Tempo vai, problemas vem, confusões, merdas pra ser mais sincera. E o amor fica. Diminuindo aqui e ali, até que fica só uma pontinha no peito, sabe? Aquela pontinha que dói toda vez que te vejo online, que escuto teu nome, e principalmente, grita quando te vejo. Desgraçada. Eu odeio essa pontinha. Se pudesse arrancava sem dó nem piedade, te arrancava de vez. Você não tem metade, e muito menos pontinha minha no peito. Já deve estar lotado com muitas outras. E por que diabos a tua pontinha não sai de mim, hein? Dá um jeito aqui, por que um pedaçinho de ti ainda tá em mim, não sentiu falta não? Ou será que tem um pouquinho de mim aí também? Tem?
Amor não é. Era. Na época não pensava assim, era tudo tão perfeito que eu nem perdia tempo tentando entender meus sentimentos, eu te queria, você também, e pronto. Pra que perder tempo pensando no futuro, não é? Idiota! Se tivesse pensado, nem que seja por um minuto, veria que iria dar merda. Mas o amor é jogador, e dos bons, sabe manipular a gente direitinho. Odeio ser assim tão frágil com jogos. Porém o amor se fora, graças a Deus diga-se de passagem, mas a pontinha continua aqui. Agora que tenho tempo de sobra pra pensar nela, eu não penso. Não posso. Se penso me vêm você em mente, ah, e se deixo levar, já tô aí suspirando por ti de novo. Mas não, não é amor não, viu? Não pode ser amor..
É vontade. Isso. É vontade de escrever por alguém, sentir alguma coisa, vontade de voltar a amar entende? Vontade de sentir uma pele cheirosa, tipo a tua. De ouvir uma voz rouca, igual a tua. De rir por alguma piada boba, tipo as tuas. É vontade de achar alguém assim, tipo tu. Que merda. É vontade de você mesmo.
Amor? De novo? Depois de tantos meses? Só eu mesmo pra guardar essas pontinhas viu. Na próxima paixão que vir, não vou deixar nem migalha. Chega de me doer. Mas se quiser ver como que tá tua pontinha aqui, me liga, meu celular é o mesmo.
Medo de Amar
Depois de vários meses, eu digo com orgulho que consegui, te arranquei de mim. A gente vai vendo que era tudo uma bobeira, uma farsa, e vai dando um ódio. Num é assim? Gastei tanto de mim em quem de mim nada queria. Mas aprendi a olhar no espelho e me sentir feliz com aquilo que me mostrava. Aprendi amar a pessoa certa... Ou talvez ainda esteja em fase de aprendizagem.
Minha vida estava tranquila, o coração cicatrizado, a mil maravilhas, sabe? Mas eu te vi, te conheci, e não deu. O coração não conseguiu deixar passar essa amizade, ele tinha que interagir. E você tinha que colaborar. Tinha que me cantar essas tuas músicas fofas? Tinha que implicar comigo de minuto em minuto? Tinha que ralhar a cada resposta minha? Tinha que me fazer rir com tuas caretas a todo tempo? E eu tinha mesmo que me apaixonar? Merda.
Tento dizer ao coração que vai doer, que não é por aí que as coisas funcionam, e quem disse que adianta? Você vem com a sua voz melosa no meu ouvido, ou me dando aqueles apertões chatos só pra irritar, e eu já esqueço até meu nome. Como é que vou me concentrar em esquecer desse jeito? Te vendo todo dia, te ouvindo todo tempo, te amando a cada segundo. Resolvo me desligar com meus fones de ouvidos no último, impedindo de pensar, mas aí começa a tocar a tua música e eu já começo a sorrir que nem um bobo, chego até a rir lembrando da tua cara de boba. Pois é coração, é paixão.
Deixo que o coração me guie até certo ponto, até que volto pra realidade e vejo que é perigoso. Amar, de novo? Depois de tanta dor, de tanto choro? Será que vale a pena arriscar tudo isso por ti? Por esse teu sorriso bobo, seus olhos brilhosos, e tua boca encantadora, vale mesmo? Tenho medo. Ô amor, podia me tirar dessa né. Sai de mim, vai, some. Eu quero, mas vai doer, então não quero. Mas eu quero. Tá complicado. Tenho minhas dúvidas, sabe? Mas o que eu sei é o seguinte, e que isso fique bem claro pra ti: a cada "te odeio" ou "sua idiota" saiba que eu te quero, que de idiota tu não tem nada, e que o tal do ódio tá longe de vir, tá só o irmão dele aqui, o amor, conheces? Se ele tiver aí também vê se me dá mais coragem pra unir os dois. Nos unir.
Minha vida estava tranquila, o coração cicatrizado, a mil maravilhas, sabe? Mas eu te vi, te conheci, e não deu. O coração não conseguiu deixar passar essa amizade, ele tinha que interagir. E você tinha que colaborar. Tinha que me cantar essas tuas músicas fofas? Tinha que implicar comigo de minuto em minuto? Tinha que ralhar a cada resposta minha? Tinha que me fazer rir com tuas caretas a todo tempo? E eu tinha mesmo que me apaixonar? Merda.
Tento dizer ao coração que vai doer, que não é por aí que as coisas funcionam, e quem disse que adianta? Você vem com a sua voz melosa no meu ouvido, ou me dando aqueles apertões chatos só pra irritar, e eu já esqueço até meu nome. Como é que vou me concentrar em esquecer desse jeito? Te vendo todo dia, te ouvindo todo tempo, te amando a cada segundo. Resolvo me desligar com meus fones de ouvidos no último, impedindo de pensar, mas aí começa a tocar a tua música e eu já começo a sorrir que nem um bobo, chego até a rir lembrando da tua cara de boba. Pois é coração, é paixão.
Deixo que o coração me guie até certo ponto, até que volto pra realidade e vejo que é perigoso. Amar, de novo? Depois de tanta dor, de tanto choro? Será que vale a pena arriscar tudo isso por ti? Por esse teu sorriso bobo, seus olhos brilhosos, e tua boca encantadora, vale mesmo? Tenho medo. Ô amor, podia me tirar dessa né. Sai de mim, vai, some. Eu quero, mas vai doer, então não quero. Mas eu quero. Tá complicado. Tenho minhas dúvidas, sabe? Mas o que eu sei é o seguinte, e que isso fique bem claro pra ti: a cada "te odeio" ou "sua idiota" saiba que eu te quero, que de idiota tu não tem nada, e que o tal do ódio tá longe de vir, tá só o irmão dele aqui, o amor, conheces? Se ele tiver aí também vê se me dá mais coragem pra unir os dois. Nos unir.
Malditos 30
Chegando a segunda semana dessa falta imensa dentro do peito, nunca pensei que até as palavras me deixariam na mão. Me enganei. A primeira semana passou ardente, mas passou, e veio chegando a segunda, cortando aqui e ali, não aguentei, nem que fosse pra sair 3 linhas eu precisava escrever. Precisava rever essa vazia página branca aqui no bloco de notas, que ao mesmo tempo era lotada de idéias e vontades de escrever textos e mais textos. Mas eu abria, colocava aquela música mais chorosa, e nada. Nadinha. Ou vinha. Mas vinha uma merda tão grande que era até vergonhoso de mostrar pra alguém, nem relia, de tão ruim que era.
A cada letra desse texto perco uma grama, e vou perdendo, perdendo, até que tudo vai ficando mais leve. Com mais cor. Não sei você, mas desde que tomei esse gosto de escrever não consigo mais viver sem. E tô falando sério mesmo, deve ser o vício, mas me doía, tu não sabes o quanto, ficar aqui relendo esses textos velhos e tolos. Queria coisa nova, sentimentos novos, páragrafos novinhos em folha. Ia passando os dias e a dor ia crescendo, o peito ia inchando de nada, de solidão. O coração ia lotando de palavras, lotando, lotando, até que a gente explode. A gente chora, ri, grita, sussurra, bate, apanha, cai, levanta, vive, mas com uma dorzinha. Sabe como é, faltava contar pro bloco tudo que aconteceu. Contar que eu vi ela semana passada, que caí hoje de manhã, colocar todo aquele sentimento de antes, o bloco deve ter sentido nesses últimos 30. Malditos.
O último fora numa madrugada, daquela super nostálgicas, que você coloca aquela música pra lembrar dela, deixa as memórias invadirem, e vai, vai, aí que percebe que tá chorando com os fones de ouvidos no último, cantando a música, com a foto dela minimizada e contando pro bloco aqui tudinho. Toda a dor. Ele te entende. Ô bloco, desculpa os palavrões, as lágrimas, mas só tu pra me entender. Tô dizendo, esses 30 dias foram de destruir a alma viu?
Hoje, só pra variar, eu tô sentindo falta dela. Mas também de você bloco. Por mais que me dilacere a ausência dela, a tua me cortou na alma. As palavras, ah, essas aí merecem um xingo bem dado. Onde já se viu sumir por tanto tempo? Isso não se faz. Não comigo. Não agora. Nunca, tá me entendendo? Tô me sentindo em um diário rs, escrevendo aquelas bobeirinhas de criança, do toque de mão da pessoa amada, da briga com o melhor amigo, da quebra do brinquedo favorito... Isso também me falta. Minha infância, sabe bloco? Era boa, ô, como era. Pudera eu dar um tapa nessas crianças de hoje que acham que a vida é computador. Mas tudo bem, deixo essa pra próxima bloco, hoje tô querendo dizer de nós e dos 30.
Nesses últimos 30 dias que fiquei sem ti, percebi uma coisa: sou uma merda sem escrever. Preciso. É algo mais forte, entende? É aquela vontade louca de acordar com texto pronto, postar, e ver que mais alguém te entendeu e sentiu o mesmo. De escutar aquela música e pensar em uma frase, daí vindo outra, e mais outra.. Aquela vontade de explodir aqui. Vícios são todos horríveis, mas esse meu vício de ti, eu amo viu. Por mais que me mate com a ausência, me lota de amores a cada ponto final. Escrevo, e amo. Escrevo, e sinto. Escrevo, e vivo.
Tem varios melhores, eu sei. Tem aqueles que sabem demosntrar teu amor com textos de 5 linhas, ou aqueles que escrevem 15 parágrafos e te deixam sem palavras a cada linha. Sei bem que tem gente que recebe fama pelas palavras, mas não sei se tô aqui pra isso. É mais meu, entende? É mais minha fome, do que alegria dos outros que leem. Sei lá o que é, como descrever, mas sei de uma coisa: não há vício melhor que esse, e não houve dias piores que esses 30.
A cada letra desse texto perco uma grama, e vou perdendo, perdendo, até que tudo vai ficando mais leve. Com mais cor. Não sei você, mas desde que tomei esse gosto de escrever não consigo mais viver sem. E tô falando sério mesmo, deve ser o vício, mas me doía, tu não sabes o quanto, ficar aqui relendo esses textos velhos e tolos. Queria coisa nova, sentimentos novos, páragrafos novinhos em folha. Ia passando os dias e a dor ia crescendo, o peito ia inchando de nada, de solidão. O coração ia lotando de palavras, lotando, lotando, até que a gente explode. A gente chora, ri, grita, sussurra, bate, apanha, cai, levanta, vive, mas com uma dorzinha. Sabe como é, faltava contar pro bloco tudo que aconteceu. Contar que eu vi ela semana passada, que caí hoje de manhã, colocar todo aquele sentimento de antes, o bloco deve ter sentido nesses últimos 30. Malditos.
O último fora numa madrugada, daquela super nostálgicas, que você coloca aquela música pra lembrar dela, deixa as memórias invadirem, e vai, vai, aí que percebe que tá chorando com os fones de ouvidos no último, cantando a música, com a foto dela minimizada e contando pro bloco aqui tudinho. Toda a dor. Ele te entende. Ô bloco, desculpa os palavrões, as lágrimas, mas só tu pra me entender. Tô dizendo, esses 30 dias foram de destruir a alma viu?
Hoje, só pra variar, eu tô sentindo falta dela. Mas também de você bloco. Por mais que me dilacere a ausência dela, a tua me cortou na alma. As palavras, ah, essas aí merecem um xingo bem dado. Onde já se viu sumir por tanto tempo? Isso não se faz. Não comigo. Não agora. Nunca, tá me entendendo? Tô me sentindo em um diário rs, escrevendo aquelas bobeirinhas de criança, do toque de mão da pessoa amada, da briga com o melhor amigo, da quebra do brinquedo favorito... Isso também me falta. Minha infância, sabe bloco? Era boa, ô, como era. Pudera eu dar um tapa nessas crianças de hoje que acham que a vida é computador. Mas tudo bem, deixo essa pra próxima bloco, hoje tô querendo dizer de nós e dos 30.
Nesses últimos 30 dias que fiquei sem ti, percebi uma coisa: sou uma merda sem escrever. Preciso. É algo mais forte, entende? É aquela vontade louca de acordar com texto pronto, postar, e ver que mais alguém te entendeu e sentiu o mesmo. De escutar aquela música e pensar em uma frase, daí vindo outra, e mais outra.. Aquela vontade de explodir aqui. Vícios são todos horríveis, mas esse meu vício de ti, eu amo viu. Por mais que me mate com a ausência, me lota de amores a cada ponto final. Escrevo, e amo. Escrevo, e sinto. Escrevo, e vivo.
Tem varios melhores, eu sei. Tem aqueles que sabem demosntrar teu amor com textos de 5 linhas, ou aqueles que escrevem 15 parágrafos e te deixam sem palavras a cada linha. Sei bem que tem gente que recebe fama pelas palavras, mas não sei se tô aqui pra isso. É mais meu, entende? É mais minha fome, do que alegria dos outros que leem. Sei lá o que é, como descrever, mas sei de uma coisa: não há vício melhor que esse, e não houve dias piores que esses 30.
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