quinta-feira, 7 de abril de 2011

Amor meu

Ontem fui dormir aos prantos, me perdi nas lágrimas, na dor, na falta de amor. Levantei com os olhos enxados, coração dolorido, uma bosta. No meio daquele banho de horas o filme do ocorrido me veio, a lágrima eu segurei pra não cair, não caiu. Uma ponta de felicidade, pequena ainda, me invadiu. Consegui sorrir. Nenhuma lágrima ameaçara vir mais, a dor agora tava fraquinha no canto do coração, escondida. Mas não porque quisesse escondê-la dos outros, estava amedrontado com esse amor que vinha entrando.
Os olhos já mostravam aquele preto acastanhado que eu tanto gostava, os cabelos por incrível que pareça estavam ótimos. A pele mostrava mais sedosa, macia, com um aroma delicioso do hidratante de pêra. Mas a aparência física nem se comparava com o sentimento de dentro. Aquela felicidade em saber que por mais que doera, sofrera, machucara, estava inteira. Sem cortes, sem marcas, só a felicidade e eu. Quer mais o quê?
Ouvi reclamações do perfume exagerado, da roupa ... Enfim, eu sorria e era isso que me fazia mais e mais sorridente. Não tirei a roupa, eu vivi o que eu quis. Eu sorria por dentro, quer felicidade maior que essa? Entendes quão gratificante é entender que tu és lbonito do jeito que aparenta, que é interessante do jeito que é? Eu entendia, por isso sorria. Fui numa festa, dancei, ri, cantei, vivi e sorri, sabe pra quem? Pra mim. Te digo que eu me amo, mesmo tendo esses defeitos a mais, Entretanto, eu quero que tu se ames. Agora mesmo, pega aquele espelhinho dentro da tua casa, aquele que você evita na maioria das vezes, e vê que lindo são teus olhos, que lindo teu sorriso é, em como tu é lliindo. Tá esperando o quê pra me mostrar o teu sorriso?

Nenhum comentário:

Postar um comentário